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[Traduzido, dublado e comentado pela equipe Folha Política]
O presidente dos EUA, Donald Trump, enfrentou e rebateu jornalistas de todo o mundo em uma coletiva sobre o resgate de dois combatentes americanos no interior do Irã. Trump rebateu acusações de que estaria prestes a cometer crimes de guerra, apontando que está aberto a negociações e que já houve uma mudança de regime. Ele afirmou que a atual liderança é muito mais moderada e mais inteligente que a anterior, e que eles ainda têm um prazo até a noite de amanhã; do contrário, o Irã será bombardeado ao ponto em que retornará à ‘idade da pedra’. Trump afirmou que o verdadeiro crime de guerra foi permitir que uma liderança má, fanática e louca pudesse desenvolver um programa abrangente de armas, e ainda dar um caminho para que eles desenvolvessem uma arma nuclear - o que foi feito com o ‘acordo nuclear’ de Barack Hussein Obama. Trump rebateu repórteres da velha imprensa, explicando que seus veículos perderam toda a credibilidade por fazerem uma cobertura enviesada e por ignorarem os fatos.
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Washington — O presidente Donald Trump participou, nesta segunda-feira, de uma coletiva de imprensa na Casa Branca na qual detalhou uma complexa operação de busca e resgate realizada pelas Forças Armadas americanas após a queda de um caça F-15 em território iraniano durante a Operação Epic Fury.
Na abertura da coletiva, Trump desejou “Feliz Páscoa” aos presentes e classificou o feriado como “um dos nossos melhores” do ponto de vista militar, em razão do sucesso da missão de resgate executada no fim de semana, incluindo na Sexta-Feira Santa e no Domingo de Páscoa.
O presidente relatou que, durante a campanha militar iniciada há 37 dias contra o Irã, um caça F-15 foi abatido “no interior do território inimigo” por um “acerto de sorte” iraniano — o primeiro avião tripulado americano perdido na operação. Ambos os tripulantes (o piloto e o oficial de sistemas de armas) se ejetaram e sobreviveram. Trump enfatizou a doutrina “we leave no American behind” (não deixamos nenhum americano para trás) e ordenou uma operação de resgate de grande escala, apesar dos riscos elevados.
A primeira fase resgatou o piloto com um helicóptero HH-60 Jolly Green II sob fogo inimigo. A segunda fase, mais complexa, envolveu o resgate do oficial de sistemas de armas, que permaneceu escondido em terreno montanhoso por quase 48 horas, ferido, escalando penhascos. A missão mobilizou cerca de 155 aeronaves, incluindo 4 bombardeiros, 64 caças, 48 aviões de reabastecimento e 13 de resgate. Trump destacou o uso de táticas de engano (subterfúgio), com buscas falsas em sete áreas diferentes, e a superioridade tecnológica americana, que permitiu localizar o militar a dezenas de milhas de distância com apoio da CIA.
Segundo o presidente, a operação foi concluída com sucesso, sem baixas americanas adicionais. Helicópteros danificados foram reparados rapidamente no local. Trump criticou um vazamento de informações que teria alertado o Irã sobre a localização do piloto, oferecendo recompensa por sua captura, e prometeu identificar e processar o responsável por violação de segurança nacional.
Trump forneceu um balanço mais amplo da Operação Epic Fury: mais de 10.000 voos de combate e 13.000 alvos atingidos em 37 dias. Afirmou que o Irã sofreu perdas significativas e que “todo o país poderia ser neutralizado em uma única noite — e essa noite pode ser amanhã à noite”.
Sobre as negociações em curso, o presidente informou que um ultimato foi dado aos iranianos, com prazo até as 20h (horário do leste dos EUA) de 7 de abril de 2026, para um acordo aceitável. Entre as exigências, citou a reabertura livre do Estreito de Ormuz para o tráfego de petróleo e outras mercadorias. Caso não haja acordo, Trump advertiu que os Estados Unidos poderão intensificar os ataques, atingindo pontes, usinas de energia elétrica e outras infraestruturas, levando o Irã de volta à “idade da pedra” (“stone ages”).
O presidente reiterou que os objetivos da operação permanecem claros: eliminar a capacidade iraniana de produzir mísseis balísticos, destruir sua marinha, cortar o apoio a grupos terroristas e impedir a aquisição de armas nucleares.
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